domingo, 16 de agosto de 2009

VOCÊ JÁ OUVIU HARMONA HOJE?


Os meninos da banda HARMONA estão divulgando sua música RAZÃO no Trama virtual..
Quem sabe você entra lá e curti a música deles? aproveita e mostre pra todos os seus amigos!!
e vamos ajudar a levar a Harmona para o Top 100 do Trama!!
Valeu pessoal!

Ouça RAZÃO - HARMONA
http://bit.ly/xMqa3

Beijããoo.. By Jéh M. Phoenix

segunda-feira, 13 de julho de 2009

DIA INTERNACIONAL DO ROCK


O dia Internacional do Rock é comemorado hoje (13 de Julho)e existe desdo o ano de 1985, quando ocorreu o Live Aid, um Festival que pretendia arrecadar dinheiro para o combate a fome na Etiópia.

As bandas que marcaram presença foram:
The Who, Elton John, Boomtown Rats, Adam Ant, Elvis Costello, Dire Straits, David Bowie, The Pretenders, Santana, Madonna, Black Sabbath, Sting, Brian Adams, U2, Eric Clapton, Led Zeppelin, Paul McCartney, Duran Duran, Bob Dylan, Lionel Ritchie, Rolling Stones, Queen, Beach Boys, entre outros.

O evento foi realizado na Filadelphia(EUA) e em Londres(Inglaterra). O evendo arrecadou mais de 60 milhões de dólares e sou doado em prol das vítimas Africanas.

domingo, 28 de junho de 2009

A MORTE DE MICHAEL JACKSON


Michael Jackson foi um ícone de gerações. Seu sucesso atingiu o céu, sua carreira baixou ao inferno, sua vida nunca foi na Terra, e agora morto, desapareceu para sempre. Nascido em Gary, nos EUA, começou a cantar com 5 anos como líder do Jackson 5.

AC/DC


Banda formada em 1973, Sydney, Austrália pelos irmão Angus e Malcolm Young. A banda é classificada como Hard Rock e considerada uma das bandas pioneiras do heavy metal juntamente com Led Zeppelin, Black Sabbath, Thin Lizzy, Judas Priest e Deep Purple.
A banda é composta atualmente por:
Brian Johnsonvocal

sábado, 20 de junho de 2009

A QUEM ISSO INTERESSA??
Aqui se segue a minha mais profunda indignação....

O Supremo Tribunal Federal decidiu retirar da regulamentação da profissão de JORNALISTA a exigência de diploma específico de curso superior de JORNALISMO. Essa exigência existe desde a regulamentação de 1969. Passou a vigorar em 1971. Nunca foi limitação para a liberdade de expressão e nunca impediu ninguém de colaborar e participar das atividades jornalísticas e dos meios de comunicação. Os jornais e as revistas estão cheios de articulistas não-jornalistas. É só ver os colaboradores da página 2 da Folha de S. Paulo: Antonio Ermírio de Moraes, Delfim Netto, Emílio Odebrecht, Marina Silva, Cesar Maia etc...
A exigência tem servido para definir o perfil da categoria profissional, quem vive do trabalho jornalístico, quem tem no jornalismo a sua atividade principal, quem tem vínculo empregatício como jornalistas. Para essa categoria, a exigência do diploma foi uma conquista importante - na medida em que estabeleceu área específica de estudo, reflexão e pesquisa, aperfeiçoamento técnico e comprometimento ético e político. Contribuiu para elevar o nível intelectual e cultural da categoria - de maneira geral, apesar dos cursos ruins e picaretas (como em todas as áreas do ensino superior público e privado).
Há anos que as empresas jornalísticas fazem campanha contra a exigência do diploma, basicamente pelos seguintes motivos: 1) Ficam liberadas para contratar quem bem entenderem no grande exército de reserva (desemprego de mais de 30% entre os jovens de 18 e 25 anos); 2) Aumentam a pressão para rebaixar ainda mais os salários, sem o menor respeito aos pisos salariais conquistados pela categoria profissional; 3) Podem ampliar o esquema de super-exploração dos trabalhadores do jornalismo (sem vínculo, PJ, frila fixo, produção para vários veículos, não pagamento de direitos autorais etc), enfim, podem fazer no setor da comunicação o que fazem com a terceirização da mão de obra nos call center da vida; 4) Podem aumentar o controle ideológico de seus trabalhadores jornalistas sem conflitos éticos e compromissos sociais (os jornalistas, queiram ou não, têm uma noção mais próxima do jornalismo como serviço de interesse público - do que interesse privado dos grupos econômicos).
Portanto, a derrubada do diploma é antes de mais nada uma vitória do capital.
O que fazer?
O jornalismo brasileiro tem mais de 200 anos de história. A categoria profissional se reconhece como tal há mais de 80 anos. O sindicato dos jornalistas de São Paulo foi fundado em 1937. Antes da exigência do diploma, a categoria já havia conquistado a jornada de trabalho (5 horas + 2 horas extras = 7 horas), o piso salarial (que já foi de seis salários mínimos) e outros benefícios profissionais. Isso foi feito com luta.
A exigência do diploma durou 40 anos. Contribuiu para consolidar o profissionalismo da categoria, mas também foi um grande estímulo ao aparecimento dos cursos de picaretagem - as verdadeiras arapucas do ensino superior - que se aproveitaram dessa "reserva de mercado de trabalho" para ganhar dinheiro (lucro) e inundar a profissão de pessoas despreparadas e não comprometidas com o papel transformador do jornalismo.
A não exigência do diploma coloca um novo desafio para os cursos de Jornalismo: conquistar o seu próprio espaço na sociedade e a sua própria inserção no mercado de trabalho profissional. As boas escolas, os bons cursos continuarão como referência do JORNALISMO e continuarão formando bons jornalistas para a sociedade brasileira.
Ainda é preciso ver qual será a exigência para o registro da profissão, se haverá ou não registro profissional. Mas, de qualquer maneira, mais do que nunca, agora, o curso de JORNALISMO DA UCS-RS precisa deixar claro a que veio, quais são as suas virtudes na formação de jornalistas, qual é a sua visão de mundo e do jornalismo que a sociedade brasileira realmente necessita.
O debate está aberto. Não dá para fugir dele...


quarta-feira, 20 de maio de 2009


Oi pessoal... queria primeiramente pedir desculpas a vocês por minha ausência;

mas enfim...vim fazer um convite:


Tributo a 'System of a Down' dia 29 de Maio

em Caxias do Sul - RS

Local: Roxx Bar


Imperdível!!!!


Um beijãoo galera!! em breve tô de volta!! :)

domingo, 22 de março de 2009

I1m the best thing that never happened!

Hoje vim para revelar a origem do título do Blog.
Pra quem não sabe, 'I'm the best thing that never happened' cuja tradução é 'Eu sou a melhor coisa que nunca aconteceu', é o título de uma música composta por Paul Westerberg.
Quem é ele? vou apresentá-lo:
Paul Westerberg foi fundador de uma das primeiras bandas de rock alternativo da década de 1980, a banda The Replacements - Bob Stinson (guitarra), Chris Mars (bateria) e Tommy Stinson (baixista), Paul (vocal).
Porém existe em Paul, uma característica peculiar. Ao contrário da maioria, Paul NÃO queria fazer fama. Durante sua participação na banda The Replacements, ele fez de tudo para que a banda não fosse pra frente, nos shows ele não cantava, agrediam os fãs verbalmente e não faziam nenhuma questão de agradar os produtores que estavam os avaliando. Ele afirmava que a banda era um hobbie, um desejo interno, dizendo que não precisava de sucesso.
Seria isso uma jogada para chamar ainda mais a atenção?
Após se desligar da banda, Paul seguiu carreira solo. Foi aí que ele compôs a música 'I'm the best thing that never happened'.
Audacioso ele não? E convencido também...
é isso pessoal... SEM SEGREDOS...
voltaremos

beijos